Analisar uma técnica psicoterapêutica chamada escrita espontânea, tentando interpretá-la como um texto, dinâmico e aberto, que se relaciona dialogicamente com outros textos e contextos. A técnica, definida como o uso terapêutico da literatura, passa a ser vista através de outra leitura como um processo discursivo-narrativo e levanta questões sobre como as etapas que o constituem são construídas, focalizar a escrita espontânea como um dos caminhos a ser seguido pelo profissional bibliotecário (educador, professor) e a importância da formação deste profissional para o exercício da escrita espontânea, e interpretação deste texto biblioterapêutico, realizou-se também a de oficina de literatura onde a técnica foi utilizada, com alunos e sua produção literária realizados em um projeto para adultos. Este trabalho interpretativo levou a refletir sobre o mecanismo da técnica da escrita espontânea, considerada como texto, visão diferente da interação entre educador, educando e texto literário.
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