Falar do Boca Juniors no entrelaçar dos séculos XX e XXI não é apenas narrar uma sequência de vitórias esportivas; é descrever um fenômeno sociocultural, um estado de graça coletivo que transformou o bairro de La Boca no epicentro mundial do futebol de sarrafo, mística e genialidade. Entre os anos de 1998 e 2003, o Club Atlético Boca Juniors deixou de ser um gigante adormecido e faminto por glórias internacionais para se tornar o pesadelo absoluto de qualquer colosso do planeta — de São Paulo a Tóquio, passando por Madri e Milão.
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