interpretação mais tradicional que a que frequentemente é exposta pelos defensores da continuidade doutrinal do direito à liberdade religiosa no Concílio Vaticano II com os ensinamentos dos Papas entre o século XIX-XX. Assim como visa mostrar como é possível para um católico defender tanto o Estado Confessional, como o Reinado Social de Jesus Cristo, sem que, para isso precise defender uma suposta ruptura dos ensinamentos do concílio com o ensino magisterial prévio (tal como fazem os progressistas). O autor discorda, evidentemente, das abordagens de Thomas Pink, Pe Brian Harrison e de Bento XVI sobre o documento. Porém mostra que isso não é um empecilho para que haja uma interpretação tradicional do texto e, consequentemente, para que haja uma possível resolução magisterial por parte do Papa sozinho ou em comunhão dos bispos em direção de uma hermenêutica que concilie os dois magistérios de forma definitiva.
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