Exigir que candidato, cujo objetivo principal é a captação de votos, venha a exercer a administração de sua campanha eleitoral com todas as exigências da legislação eleitoral, fiscal, tributária, previdenciária e trabalhista, é inaceitável. Pode até acontecer, mas dificilmente logrará êxito nas eleições. Imaginem advogado, arquiteto, engenheiro, médico, engenheiro, arquiteto, líder comunitário, artista, jogador de futebol, empresários, pessoas semialfabetizadas, que se candidatam a cargo eletivo, tratar de todas as atribuições que a legislação eleitoral exige. A papelada a ser produzida e entregue à Justiça Eleitoral, desde o registro da candidatura até a prestação de contas; os procedimentos junto à Receita Federal; abrir conta bancária e controlar as receitas e despesas; participar de reuniões e convenções, delegar atribuições a cabos eleitorais e fiscalizar suas ações; não me parece ser atribuição de candidato.
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