“A dor o alimentou, lutador”, a voz do espírito ressoou diretamente na mente de Liam, emergindo como um rronco gutural tão profundo que fez os dentes do ex-boxeador baterem. “Sua fúria é pura e cristalina como o ódio aprisionado nesta terra. Receba o couro que nenhuma lâmina é capaz de cortar. Receba os punhos pesados que esmagam montanhas.” Naquela noite trágica de quatro anos atrás, a bebida e o homem fraco morreram no lixo do beco. Sob a bênção profana da terra e a dor do luto, nascia a lenda do Porco de Dublin.
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