Para o torcedor alvinegro que viveu e respirou aqueles dias iluminados, a memória de 2006 e 2007 guarda um lugar sagrado no peito. É uma saudade que não machuca, mas que aquece a alma e alimenta o orgulho de quem pode dizer aos filhos e netos: "Eu estava lá. Eu vi o Figueirense encantar o Brasil". O futebol é feito de ciclos, e o tempo se encarrega de transformar o presente em história. Contudo, o espírito daquele esquadrão — que unia a frieza de técnicos mestres à genialidade de jovens prodígios — permanece vivo como um farol para o futuro do clube. A chama acesa entre 2006 e 2007 continua a iluminar o bairro do Estreito, lembrando a cada nova geração de alvinegros que a grandeza do Figueirense não tem limites quando a raça e o talento caminham lado a lado.
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