Elias e Clara buscavam o silêncio absoluto. Encontraram Oakhaven, uma cidade que não consta nos mapas, onde as ruas são envoltas em uma névoa perpétua e as casas, monumentos de vidro e aço, prometem uma transparência moderna. Mas a liberdade arquitetônica logo revela seu lado perverso. No novo lar, o casal descobre que a privacidade é uma ilusão fatal. Quando o sol se põe, vultos imóveis surgem nos jardins impecáveis. São os vizinhos. Eles não gritam, não atacam, não se movem. Apenas observam. Em uma atmosfera de paranoia sufocante, Anderson Del Duque conduz o leitor por um labirinto de vidros reflexivos e segredos enterrados. O que fazer quando sua vida se torna um espetáculo para uma plateia invisível e silenciosa? À medida que o sinal de comunicação desaparece e o cerco se fecha, a sanidade de Elias começa a estilhaçar. Em Oakhaven, o crime não é o que você faz, mas o que você esconde. Prepare-se para um thriller visceral onde o verdadeiro horror não está no escuro, mas no olhar
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