A agropecuária tornou-se, assim, o principal fio condutor para entender a inserção do território brasileiro na divisão internacional do trabalho e no mercado globalizado. O país deixou de ser um mero espectador das dinâmicas econômicas globais para assumir um papel geopolítico de centralidade na oferta de commodities agrícolas e minerais. Em um mundo marcado pelo crescimento demográfico, pelas mudanças climáticas e pela volatilidade das cadeias de suprimento, a capacidade produtiva dos solos brasileiros tornou-se um ativo de poder e negociação diplomática inestimável.
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