O fazendeiro José Olavo Mundico Osório vive como senhor feudal às avessas, pois a satisfação de sua luxúria custa presentes caros e barganhas descabidas. É coronel desregrado até que, numa andança libidinosa, o burro Deputado derruba-o da sela e lhe aplica um coice na espinha, que o torna impotente. Então o fazendeiro constrói uma igreja na fazenda e reparte aos pobres lotes ao redor dela, para compor uma cidade sua. A empreitada dá certo. O tempo passa. O loteamento gratuito torna-se cidade e José Olavo manda e desmanda no município por anos a fio, por intermédio de eleições sucessivas de prefeitos parentes seus. Sua secretária, uma ex-concubina, empenha-se em recuperá-lo da função viril, mas o abandona após o feito e o coronel, tardiamente apaixonado, morre de amor.
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