O que aconteceu com Jorge acontece quase que diariamente nas instituições prisionais. Muitas vezes esses fatos passam despercebidos do público de tão corriqueiros que são. Somente os familiares das vítimas e alguns poucos conhecidos sofrem e lamentam a perda daquele que, por algum motivo encontrava-se encarcerado. Sabemos que a morte física não encerra a existência do espírito, por isso, a ignorância, ou a incredibilidade na vida após a morte leva grande parte daqueles que desencarnam a uma vida errante e desesperada a procura do caminho que o levará a luz do entendimento. Nosso Jorge teve a sorte do amparo dos familiares já desencarnados que ao mostrarem os verdadeiros motivos da sua passagem, o impediram de tornar-se mais um espírito errante. Mais sorte ainda quando se aninhou no útero de Maria Helena para mais um reencarne.
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