E em cada pequeno rosto uma estrangeiridade incômoda a nos assolar, é uma espécie de olhar para a infância que nos interpela, um olhar para uma sociedade que nos interroga como que esperando que algo seja dito, mais do que já foi, algo para além do "como", pois a cada palavra somos conduzidos ao campo de uma língua estrangeira, havendo uma ruptura entre o hoje e o passado, adquirindo contornos inimagináveis, disfórmicos, despertando uma indagação sobre quem somos depois dos acontecimentos vividos.
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