Nessa obra, apresentamos poemas sobre as múltiplas faces do mesmo homem, o hipermoderno. Os homens escondidos dentro do próprio homem, que finge ser ou não ser. Encapsulado no transitório, cego às consequências. Aqui tomam forma muitos, ainda que não sejam todos, mas tem-se o fingidor, o narcíseo, o trágico, o prótese, o replicante, o frívolo, o consumista, o artista, o ultramedido, o quantofrênico, o dessubstancializado, o risível, o saturado, o fruição, o consumo, o perdido, o imolado e o ideal. Há uma simbiose ‘perfeita’ entre essas projeções sociais, atualmente posta à mesa e um indivíduo que deseja vencer, nascendo assim, um objeto idealizado.
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