Uma promessa de verdade se faz de dentro pra fora. É muda, silenciosa, instantânea, mas eloqüente. (...) Um amigo promete gostar de você até que a morte os separe (afinal amizade também é um casamento) quando a cerveja chega à mesa e as risadas saem numa freqüência similar, num sentimento similar, numa diferença similar, porque é isso que os amigos são, diferentes nas similaridades. E não há desavenças que rompam isso, não há rompimento que apague, não ha esquecimento que não ressuscite. Amizade é a promessa mais sincera de que o “pra sempre”, neste caso, nunca acaba. (...) Um médico promete crença a nossa rebeldia quando determina que uma doença é incurável. E nós prometemos a nós mesmos uma vida mais sincera quando sentimos medo. (...) (...) são as promessas que revelam quem somos, são as promessas que ditam as regras. Trecho da crônica "Promessas"
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