“Eu conto o que vejo Eu canto o que sinto” Assim são as Palavras Visitantes que surgem a cada xícara de café e transformam em imagens o cotidiano, em algumas vezes assustador e vazio e em outras cheio de alegrias. O que antes era acessível apenas aos ouvidos do poeta torna-se neste instante um eco que traduz em versos nossas angústias e sensações. Por vezes são sentimentos grandiosos como o amor, a saudade ou a morte, em outros momentos são pequenas percepções poéticas: uma casa vazia, papéis ao vento...
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