Um passeio de verborrgias desconcertantes que vão do céu ao inferno em questão de segundos, que reconhece o amor e o ódio como o próprio espelho e o sonho e o pesadelo como acontecimentos banais. São pensamentos dispersos, sem nexo, sem fim e sem vergonha, apenas excessos de palavras perdidas que remetem às lembranças talvez vividas pelo seu autor, pois muitas vezes a fantasia e a realidade se perderam no desconcertante movimento dos dedos em cima do teclado.
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