Uma colher de contemporaneidade, dois terços de uma jarra de humor urbano, de cinco a sete copos de imagens poéticas e uma pitada de marginalidade. Essa foi a receita do jovem Antonio Frauches para o seu livro de estreia, um verdadeiro balaço, digno de uma mistura fiel de influências de Chacal, Gregório Duvivier, Mario Quintana e, claro, muita experiência própria.
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