Um livro de poemas, sabemos, nunca constituirá um record de vendas! Sendo uma arte das mais antigas, ainda é, e é uma pena, considerada uma arte menor! No entanto, é uma das coisas mais dificeis e mais bonitas do género literário!
Este é um livro de poesias que o autor não se preocupou com qualquer norma ou forma a não ser em se esmerar na feitura de todo e qualquer poema nele inserido. O autor apenas quis transmitir o seu sentir de forma pessoal e característica.
Vale a pena ler e digo isto sem qualquer apologia ou partidarismo!
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BIOGRAFIA
Ezequiel Francisco nasceu na freguesia de Adeia-Gavinha do Concelho de Alenquer do Distrito de Lisboa – onde tudo é pequeno, até o autor - neto do poeta popular, o velho Sebastião Isidro da Silva, que fazia as delícias dos utentes dos transportes públicos com os seus poemas a propósito disto e daquilo, que riam a bom rir das suas palavras muitas vezes irônicas e acutilantes! Começou a escrever por volta dos meus 16 anos e as obras - se assim pudessem ser chamadas - (Morte de um Leão – um conto feito a uma pretensa caçada a tal bicho e 102 poemas de amor) foram queimados em praça publica, como um auto de fé! Outras ainda, foram perdidas, numa pasta, na paragem do ônibus. Enfim, todo o seu acervo, da altura, desapareceu, quer queimado, quer perdido!
Até a data publicou:
Poemas de mim; Coisas do arco da velha; Mais poemas de mim; Um mar de coisas; Idos dum tempo de amor e Elegias.