Sempre gostei de escrever. Ingressando no magistério em maio de 1952, em escola isolada da região de Penápolis, vencia a distância da namorada - Ineida dos meus amores, aquela em que vejo flores, bailando nos olhos dela – com cartas de amor semanais. Casamo-nos em setembro de 1956 e trabalho/família passaram a objetivos principais. Foi o período das dedicatórias (acompanhando flores) dos poemas e das crônicas escritos sem a preocupação de normas e técnicas. Aposentando-me em outubro de 1984 passei a organizar os escritos e a escrever pequenos contos. A aprovação referendada pelo 2º lugar no II Concurso de Poesias, Crônicas e Contos da AFPESP, no ano 2000 e os Honra ao Mérito no Concurso de Contos Talentos da Maturidade, do Banco Santander, foram motivações extras. O presente é a soma de alguns desses rabiscos de um velho professor.
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