O Palipalam é palavra encarnada. Estertor da longa jornada do homem médico pela distante vereda goiana forrada de sempre-vivas prateadas, onde despertava e adormecia com o doce assobio dos sabiás e interlúdios de gemidos, o coro de aflitos ecoado das choupanas de adobe. Disseram na academia que o mundo era a casa onde viviam os homens! Acima da Chapada, todavia, um submundo sucumbe na sombra do desprezo. Por lá se sobrevive! Vagueia a legião de sertanejos, que não é mais invisível de tão ictérica, no eterno crepúsculo do desprezo político tupiniquim.
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