A Tecelã de Destinos e o Andarilho do Tempo: O Banco da Estação O que define o limite entre a persistência e a espera? Por doze anos, Audemário Prazeres fez do banco de uma estação o seu refúgio e o seu campo de observação. Enquanto o mundo passava em alta velocidade nos trilhos, ele permanecia — um andarilho imóvel, testemunha de afetos que partiam e promessas que raramente desembarcavam. Nesta obra, o autor de "O Doutor das Ciências Sortidas" despe a túnica de pesquisador para revelar a alma de um homem em busca de redenção. Entre olhares que teceram laços e silêncios que cavaram abismos, acompanhamos uma jornada real de resiliência, onde a dor da espera é lapidada pela dignidade do tempo. Mais do que um relato de vida, este livro é um manifesto de libertação. É o registro da vitória de quem compreendeu que o trem mais importante da vida não é aquele que esperamos por anos, mas sim aquele que nos leva, finalmente, de volta para nós mesmos.
A Tecelã de Destinos e o Andarilho do Tempo: O Banco da Estação
Onde a espera termina e o encontro consigo mesmo começa.
Cód: 18711
Formato: 14 X 21
Tipo de Capa: Cartão Fosco
Tipo de Acabamento: Brochura c/ Orelha
Tipo de Papel: Especial Livro
Cor: P & B
Páginas: 71
Idioma: Português
Peso: 156
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Audemário Prazeres é astrônomo, pesquisador e autor de “O Doutor das Ciências Sortidas”. Andarilho do mundo e um profissional do Turismo Rural, utiliza o olhar atento às estrelas para observar as tramas da existência humana. Com a maturidade de quem compreende o "hetério" da vida, tece nesta obra uma narrativa sobre o tempo e a resiliência. Através da sensibilidade, transforma a observação de ciclos em literatura, onde o leitor descobre que o destino mais nobre é o reencontro consigo mesmo.



















