O estudo visa ofertar uma contribuição prática aos operadores do direito e tem por objetivo descrever as hipóteses em que o sujeito passivo, quando demandado na qualidade de executado, vem a falecer antes ou no curso de uma execução fiscal, o que abre questionamentos sobre a possibilidade de redirecionamento da pretensão executiva em face do espólio e demais sucessores. Há abordagem de posições doutrinárias e jurisprudenciais, a fim de sustentar que somente o efetivo equívoco no lançamento fiscal é que impossibilita o prosseguimento da execução em face dos sucessores.
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