Jovem acossado por fantasmas, com enredo baseado em fatos reais, em viagem mística sem volta, se lança nas amarras da reflexão acadêmica, chegando à seguinte conclusão: a práxis social para a estética como ética do futuro, preconizada por SCHILLER, GORKI, dentre outros, é a percepção que a religião (para o observador externo) sempre foi a ética do passado e do presente fundada na estética, na arte. Rompendo assim com o debate de surdos da liberdade religiosa, calcado na falta de bondade de não admitir o discurso do outro.
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