O presente trabalho discute a relação entre escrita e oralidade na criação de dramaturgia. Analisa as características específicas de cada modo de utilizar a linguagem verbal, questionando os paradigmas estabelecidos nas formas de entender o texto teatral. Para isso, questiona o tratamento dado às criações orais dos atores em situações nas quais não contam com um texto escrito em sua origem para a construção do texto verbal. Entende que a escrita constitui uma forma de tecnologia para construção textual surgida ao longo da história e que, nesse sentido, não dá conta da totalidade da experiência com a linguagem verbal em sua totalidade. O objetivo é recolocar a criação oral do ator sob outro ponto de vista, entendendo suas características a partir da discussão sobre a oralidade e colaborar, desse modo, para uma melhor utilização desse recurso em processos que o utilizem para a construção do texto final ou texto espetacular.
100% gratuito
Publicamos sem
cobrar nada de você.










































