Cada uma das narrativas expõe o lado que todos nós queremos evitar: a dor. Não a dor dos amores não correspondidos, pois de amor não se morre, mas a dor do viver, o de seguir, o de tocar o mundo com a coragem dos que vivem pra valer. Cada um foi escrito em local diferente, sempre no mesmo trajeto: Olinda, Recife, São Paulo, Abadiânia, Caibi, Lucas do Rio Verde e Recife. Parece que minha vida não para de dar essa volta. Em cada momento uma vida nasceu e morreu, como cada escrito, que morre ao ser lido e ressuscita ao ser relido. Em todo caso sobra o escárnio e o sofrimento que quero dividir a ferida que está sempre aberta.
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