Falar da poesia guamareense, sem falar de Francisco de Betânia é como falar da cidade de Juazeiro - CE e esquecer o Padre Cícero Romão Batista. Ele chegou de mansinho com o dom que Deus lhe presenteou e foi semeando letras e palavras, e com o passar do tempo pôde colher verdadeiros poemas cordelísticos. Sempre presente em eventos culturais do município, foi amadurecendo a sua veia poética e o seu amor por Guamaré, e hoje nos entrega métricas e rimas doces como o mel. Ouvir Francisco de Betânia declamando os seus cordéis sobre a cidade de Guamaré, nos faz viajar no tempo e através das suas palavras conhecer paisagens e momentos históricos que marcaram a vida do nosso município. Pessoa simples e de grande humildade, sempre pronto para aprender e repassar os seus conhecimentos e que tanto nos honra com o prazer da sua amizade. Tem em sua caminhada poética vários “folhetos”, com os mais variados temas e isso vem mostrar a sua versatilidade em escrever suas histórias e estórias rimadas,
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