Eloy ergueu as mãos: empunhava um casal de metralhadoras gêmeas. Suspiros. Pavor. Eloy suava, excitado, ansioso. O suor estragou seu penteado, não que se importasse. As luvas deixavam as armas escorregarem, segurava-as com firmeza. Seus bebês. Naquela noite, seus instrumentos. Estava sedento. “A música de hoje se chama...” Refletiu. Algumas pessoas começavam a se levantar, empurrar as outras. Estava faminto. “Mélodie du chasseur.” A melodia do caçador.
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