Os poemas que formam esse livro criam “um mundo” antropológico divinamente profano.Adams Damas, Bruna Fernanda Berardi, Claudinei Soares, Fê Effen, Sendy Gomes, Murillo Kollek e Francisco Heraldo, nos brindam com temas que fazem parte do dia a dia. Mesmo com todas as diferenças culturais e familiares, falam uma única língua: a poética.Angustias, amor, sexo, anseios, tempo e a condição humana são recorrentes nessa miscelânea, há uma universalidade que nos carrega para esse “mundo outro” poético e transformador.Durante a leitura deste livro pude constatar que existe um risco em lê-lo: o de ver-se humano. O teor antropológico é riquíssimo e a abordagem bela e poética.Não há banalidade na linguagem poética.
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