é um dia, é todo dia. pode ser grande a espera pelo início da agonia que é inevitavelmente companheira de quem não deseja falar de poesia, este livro é um delírio que está perto, muito perto de ser apenas um amontoado de pequenas narrativas, abstratas e outras imorais por serem amargamente simples. é o retorno aos cantos e a poeira maltrapilha que se esconde nas linhas de todo cotidiano, este livro é como uma lente que não é lavada há muito tempo e os dias podem ser chamados de nada.
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