Mais além dos abismos fantasmagóricos da fé e a razão, habita no mais sagrado silêncio um sábio eremita. Seus cabelos brancos como os últimos flocos de neve do inverno errante, suspiram mananciais eternos de sabedoria e contemplação. Possui longa barba, entretanto, seu olhar carece da idéia do tempo. Seus lábios relatam histórias de outros mundos, façanhas de seres de ciência que desconhecem o sentido da palavra “morte”. Acaricia maternalmente vidas invisíveis que sussurram palavras no vento, deslizando-se entre suas suaves mãos como a água pura e cristalina que emana da sagrada fonte que alimenta a árvore da vida. Em posse da real ciência, começa fraternalmente um diálogo com um pequeno ser que o observa timidamente desde uma antiga amendoeira.
100% gratuito
Publicamos sem
cobrar nada de você.


































