O mundo girava em iluminações brilhantes e incertas, uivos de bêbados ocasionais, socos de risadas que doem o estômago e fitilhos brilhantes e prateados sobrevoando no alto do céu, dançando de um lado para o outro. Existiam apenas os dois, e um tipo indiscreto de silêncio. Maika se recusava a viver a realidade de cristal, enquanto o escritor o puxava com braços de ferro em brasa, rodeando sua cintura e subindo até a sua nuca, espalhando o fogo doloroso ao redor de seus olhos de acrílico. Agora a voz de Yong Chao ecoava em algum lugar dificil de distinguir, e ficava cada vez mais longe, repetindo várias e várias vezes. — Poderia me deixar ver seus olhos?
100% gratuito
Publicamos sem
cobrar nada de você.











































