é uma constelação esquecida, de poeira bíblica e angústia beckettiana, de repetições lacanianas e desencontros quânticos. Um livro que ninguém pediu para ser escrito, mas que ainda existe, sabe-se lá por quê. Metade dele não faz sentido, e a outra metade é, simplesmente, esquecível. Nas lacunas, porém, talvez haja um argumento a favor do contrário. Quarenta tentativas em versos de encontrar conforto no confronto, se ainda resta algo.
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