Neste livro, Robert Govett manifesta sua profunda espiritualidade e conhecimento das Escrituras. Ele entendia que a Nova Jerusalém deve ser interpretada literalmente, e os seus argumentos são, como sempre, fortes e equilibrados. Sem sombra de dúvida, ao longo da história da igreja, a Nova Jerusalém tem recebido interpretações que sempre costumam pender para um dos extremos: ou interpretá-la meramente como literal e material ou como algo de natureza puramente simbólica e espiritual. A interpretação simbólica afirma que tudo que João viu não é literal, que é apenas símbolo de algo espiritual. A interpretação literal declara que tudo que João viu era literal e não meramente simbólico; que a cidade literal pode e certamente traz consigo significado espiritual. Govett não invalida que a cidade literal carregue profundos significados espirituais. Antes, ele descortina os significados espirituais por trás do design literal e material da cidade.
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