As palavras emitem ordens, gracejos, sussurros de desejos inquietantes por sua natureza fria, descontínua. No auge da descontinuidade, a palavra se refresca ante ao olhar do leitor aguçado que desvenda em seus becos o elemento transcendental que a alimenta. Ao se debruçar nesse conjunto de poesias, a existência e seus questionamentos saltarão em encontro com a não resposta, com a não satisfação. “Palavras ocas em universo sem sentidos” é o caos organizado de que a humanidade necessita.
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