Partindo da ideia de que o homem também faz parte de uma categoria de gênero, enquanto um sujeito masculino, esse livro põe uma questão ao mesmo tempo simples e complexa: Como foram criados tais sujeitos masculinos? Em busca de uma resposta constatamos que os ideários de moda, saúde e maquinismo auxiliaram na significação desses sujeitos na modernidade. Desta forma incluímos a “masculinidade” no contexto de um amplo debate que problematizou a modernidade e a subjetivação. Ao pôr em foco o homem e seu corpo como marcados pelas insígnias da cultura e da sociedade, esse livro traz inéditas discussões, indispensáveis a todos os pesquisadores e interessados nos estudos de gênero, corpo, subjetividade e sexualidade.
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